Sobre

Guilherme Zocchio. Sou jornalista por profissão, graduado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mas às vezes escrevo coisas que não são notícias. Talvez, mentiras. São retratos expressionistas do dia a dia; diálogos que fogem do que se entende por normal; ensaios de realidade; descrições da imaginação; aforismos; palpites soltos sobre a pauta política; rascunhos de poesia; palavras que ganham forma conforme o desejo; devires política-literatura, filosofia-jornalismo, literatura-filosofia, política-jornalismo…

Pólvora e Pétalas. O título é a junção arbitrária de duas palavras, sentidos abertos que se opõe e complementam. Os significados se somam ou se alternam, a depender da interpretação. Armas e flores. Fogos de artifício e pedaços de rosas. O nome, ainda, sugere certa simetria. São duas proparoxítonas com o mesmo número de letras, separadas por uma conjunção aditiva. Pólvora não é dissociável de pétalas. É uma dualidade. Duas partes, contudo, ligadas a uma multiplicidade tecida em palavras, versos, estrofes, parágrafos, histórias…

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